Gestão

Como saber se minha empresa é organizada?

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Você já se perguntou se sua empresa é organizada? Não falamos aqui de organização física.

É claro que a organização de papéis, objetos e do espaço, em si, é importantíssimo para a produtividade.

Entretanto, estamos abordando, neste texto, a organização ligada ao planejamento estratégico e à inovação de produtos, serviços ou processos

Todo mundo já sabe: para quem não sabe onde quer chegar, qualquer caminho serve. Portanto, a primeira questão essencial para a organização é definir com clareza o objetivo.

A partir do objetivo bem determinado, com clareza, é possível iniciar o planejamento estratégico.

Ou seja, você irá estabelecer como a empresa deseja ester em alguns anos e quais os passos será necessário dar até chegar a esse ponto.

A inovação – produtos, serviços ou processos – é resultado de muita análise, expertise e esforço. Portanto, no percorrer do caminho traçado no planejamento estratégico é possível gerar inovações.

Nesse texto vamos fazer alguns apontamentos importantes sobre esses dois pontos, já que eles são definitivos para uma empresa organizada.

Acompanhe, anote e aplique essas dicas sobre planejamento estratégico e à inovação de produtos, serviços ou processos.

De olho no horizonte

O planejamento estratégico traz uma visão de médio e longo prazo para sua empresa. É uma espécie de guia, de roteiro para onde você deseja chegar: (provavelmente, assim esperamos) no alcance do seus objetivos, ou seja, ao topo, ao sucesso.

Com a organização da empresa, através do planejamento estratégico, a equipe conseguirá perceber como realizar as tarefas com mais eficiência.

Nessa busca – que deve ser constante – a empresa chega, por fim, a encontrar seu diferencial de mercado.

Coletivo, por etapas e acompanhado

Como a realização envolve toda a empresa, obviamente a criação do planejamento estratégico é, também, uma tarefa coletiva.

Se o CEO ou os diretores fossem os únicos responsáveis por pensarem o planejamento estratégico, o mais provável seria um documento não aplicável a todos os setores.

Na “maratona” pelos resultados, a equipe e a direção precisam estar cientes de que a construção é passo a passo.

Não vale a pena querer realizar tudo em cinco meses quando aquele objetivo poderia ser alcançado somente em cinco anos.

É preciso estabelecer etapas, metas menores, que conduzem o trabalho ao objetivo maior. A constância, nesse caso, é muito mais importante que a velocidade.

Por fim, algo que impacta direta e fortemente na organização da empresa: o acompanhamento.

Embora o planejamento estratégico ajude a prever possíveis problemas ao longo do percurso, ele não consegue antever questões relativas a sua própria execução.

O monitoramento tem que ser constante. Assim, ajustes e correções podem ser feitos durante a implementação do planejamento estratégico.

Para que tudo isso realmente seja útil e funcione, é preciso uma metodologia. Temos um post que fala todas as etapas para a criação do seu planejamento estratégico.

Mas se você tem dúvidas do que pode funcionar melhor para o seu planejamento estratégico ou quer uma ajuda nessa tarefa, estamos à disposição. A Zucchi é especialista em contribuir para que as organizações prosperem.

Inovar para (r)existir

Basicamente, inovar é mudar, melhorar algo. Porém, isso não basta: é necessário que a melhoria traga resultados financeiros, ou seja, gere riqueza para a empresa.

A inovação está intimamente ligada com o Planejamento Estratégico. Como para implementar o Planejamento Estratégico táticas precisarão ser revistas, será necessário o uso da criatividade para fazer melhor.

No andamento desse “fazer melhor” é que a inovação pode nascer. Como os pontos de atenção estão indicados no Planejamento Estratégico, fica mais fácil focar no que é preciso melhorar. 

Há muitos tipos de inovação, como por exemplo, de produto, de serviço e de processos. No post “O que é inovação e como ela pode te ajudar” citamos outros tipos de inovação que podem dar uma guinada no seu negócio.

Errar até acertar

Inovar não pode ser um jogo de “quem pontua mais”. Não é algo desesperado ou que deva ser feito a qualquer custo. 

Porém, é claro que percalços podem acontecer durante a implantação de algo inovador. Se algo está diferente, modificado ou é totalmente novo, certamente erros irão ocorrer.

É essencial, portanto, ter um limite de tolerância. O limiar é sutil: não se pode ser pouco tolerante, “matando” a criatividade; e nem muito tolerante, permitindo excessos.

Informações, tendências e olho no consumidor

Assim como no desenvolvimento do Planejamento Estratégico, é preciso um Norte bem claro para se inovar. A pergunta sempre precisa ser: qual o objetivo dessa proposta de inovação?

Mesmo depois de ter essa resposta na ponta da língua, a inovação, certamente, não está pronta. As ideias não surgem “do nada”. É preciso ter referências.

É aí que entram as informações. Os profissionais precisam estar atualizados, buscando leituras frequentes que gerem curiosidade e mostrem exemplos de outras empresas.

As megatendências do mercado também são referências importantes. Por mais que em um primeiro momento possa parecer sem sentido, saber o que são podem promover insights no decorrer da busca pela inovação.

Rotinas de leituras, momentos de discussão ou mesmo reuniões fora do escritório, mais descontraídas, podem ser necessárias para inspirar o time.

Por fim, mas não menos importante, a equipe precisa ter em mente, sempre, para quem se está pensando e para quê será a inovação. O consumidor, se satisfeito, é quem dá o retorno à empresa sobre tudo o que ela faz. 

Depois dessas reflexões, ficou mais claro como o Planejamento Estratégico e a Inovação podem fazer com que sua empresa se organize melhor?

Agora é agir! E se precisar de um auxílio nessa tarefa (afinal, a empresa não para enquanto planeja e inova), a Zucchi pode contribuir. 

Vamos pensar sua estratégia juntos?

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